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Mapas e Programação

Sou formado em Geografia e Mestre em Análises Ambientais e Regionais, trabalhei por 2 anos como professor e há 6 anos trabalho com geoprocessamento.

Passei muito tempo coletando dados, cruzando informações e desenhando mapas em programas de geoprocessamento e no Photoshop para no final entregar um mapa impresso e estático. Com o avanço da web e a necessidade das informações estarem disponíveis para mais pessoas ao mesmo tempo, os mapas estáticos perderam o seu valor.

Com isso em mente senti a necessidade de aprender a programar para usar a programação em minha profissão. Até o momento foram 16 meses aprendendo Python, depois Ruby e JavaScript. Minhas ferramentas de trabalho atuais são: arquivos digitais georreferenciados, navegadores web, o editor de códigos Sublime Text e linguagens de programação.

Qual é a sua profissão? Você sente necessidade de programar para ser um profissional melhor?

Deixe o seu comentário!

P.S.: Recomendo que assista a palestra abaixo do Marco Tulio, jornalista que aprendeu a programar.

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Crie aplicativos que façam menos

Sabemos que devemos criar aplicativos para smartphones que façam menos coisas, isso porque as telas onde eles estarão rodando são pequenas e cabem pouca coisa nelas, mas existe outro motivo para fazer aplicativos que façam menos.

Dois ótimos aplicativos que uso são o Foursquare, quem o usa sabe que precisa fazer check-in (indicar o lugar onde você está), mas seu aparelho já sabe onde você está, então porque fazer isso? O outro é o RunKeeper, comum para registrar corridas e caminhadas, mas porque avisar ao aplicativo que você está correndo se ele já sabe que você está correndo?

A provocação que deixo aqui é: Porque não usar os dados já disponíveis nos aparelhos para diminuir a intervenção humana nos Apps? Existe um custo de baterias para isso, mas a consumo de baterias é uma barreira a ser quebrada logo.

Com a nova tendência dos smartwatches, as telas ficarão ainda menores e a intervenção humana deverá ser ainda menor, não ficamos por minutos olhando para um relógio, ficamos apenas segundos ou milésimos de segundos, quando olhamos para um relógio queremos a informação já coletada e pronta para ser lida. Seremos forçados a criar aplicativos mais inteligentes por conta do avanço da tecnologia e do apelo do mercado, podemos começar a nos adaptar as mudanças agora para que o impacto seja menor.

O que pensa sobre isso? Deixe o seu comentário no post.

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Explicando o Zen to Done

Esta apresentação foi criada com o objetivo de ilustrar o Zen to Done, um sistema de produtividade simples e poderoso.

Para a criação foram utilizadas apelas imagens gratuitas do Corbis Images e o google docs. Procurei mante o design minimalista para não contrariar o método.

Espero que a apresentação seja útil para auxiliar no entendimento do ZTD. Por favor! deixe suas críticas e sugestões nos comentários e compartilhe com outros.

Link para a apresentação

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Você precisa dizer não

É tão difícil dizer “não”.

Dizer “não” faz você se sentir egoísta  culpado e envergonhado. Muitas vezes é mais fácil dizer “sim” do que lidar com nossas angustias em relação as outras pessoas. Mas o que esse comportamento está lhe custando?

Quando você diz “sim” quando deveria dizer “não”, está dando um pequeno pedaço de você, abandonando o seu poder e controle sobre as suas necessidades, tornado-se menos importante que as necessidades e desejos dos outros. Justificando isso dizendo que é por uma boa causa e que não vai demorar muito. Cada vez que você faz isso está ignorando o que o seu coração e sua mente estão lhe dizendo.

Os benefícios de “dizer não”

1. Tenha menos estresse. Dizer “sim” quando você realmente quer dizer “não” provoca estresse para o corpo e para a mente. Provoca tensão, ansiedade, dores e sofrimentos, muitas vezes nos faz perder o sono.

2. Livre-se de amizades ruins. Pessoas que só querem levar vantagem e que te manipulam para pressioná-lo a dizer “sim”. Se você dar um firme “não” eles iram embora para encontrar outro alvo.

3. Economize tempo. Não deixe que os outros determinem a sua lista de tarefas ou sua agenda, o seu tempo é precioso.

4. Ganhe mais respeito. Toda vez que você dizer “não” para os outros, você está dizendo “sim” para você. Você está tomando de volta o controle da sua vida, não permitindo que os outros tomem decisões por você. Você ganha confiança quando passa a respeitar os seus próprios limites e as pessoas passam a te respeitar mais.

5. Aproveite mais a vida. A vida é tão mais agradável quando você começa a dizer “não” para as coisas que drenam você. O mesmo vale para a sua vida profissional, se você fizer um esforço para tentar limitar o seu tempo e trabalhar nas atividades que mais gosta e que realmente é responsável, você vai descobrir que o trabalho é muito mais divertido.

Quanto mais vezes você dizer “não”, mais fácil vai ficar com o tempo. É necessário algum tempo para você se acostumar.

Repita agora: NÃO!

Esse texto é uma tradução livre e resumida do post Why you need to say no! More often de Royale Scuderi no blog Lifehack

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6 maneiras de tornar a vida mais curta

“a vida, se souberes viver, é longa” Sêneca

Nesse artigo apresento 6 maneiras para desperdiçar a vida que extrai da leitura da parte II do livro Sobre a brevidade da vida de Sêneca.

É comum reclamação de que a vida é curta, de que o tempo passa rápido e não conseguimos aproveitar o dia.

Coisas que nos levam a pensarmos que a vida é curta, e nos impede de aproveita-lá melhor:

1. Ganância: O ato de querer sempre mais de tudo, sem antes refletir se aquilo realmente é importante, não nos permite pesar se realmente vale o esforço trabalhar tanto para comprar cada vez mais, comprando mais adquirimos mais dívidas, com mais dívidas temos que trabalhar mais para paga-las, logo desperdiçamos tempo de vida com algo que muitas vezes não sabemos se realmente precisamos;

2. Inércia: Entramos no movimento de comprar, trabalhar e pagar. Se não paramos esse movimento, ficamos nesse movimento constante;

3. Preocupação com a opinião dos outros: Compramos roupas melhores, carros mais caros, eletrônicos da moda, tudo pela preocupação do que os outros podem pensar de nós, para manter o status;

4. Sujeitar-se a vontade de superiores: Sacrificar seu tempo com a família, seu tempo com as atividades que realmente são importantes para a sua vida, pura e simplesmente para agradar aos seus “superiores” no trabalho, ou na comunidade em que vive;

5. Invejar o sucesso de outros e desprezar o seu: Invejar o sucesso de outros é desperdiçar tempo que poderia estar sendo gasto para alcançar o seu próprio sucesso;

“este cuida daquele, que cuida de outro; ninguém cuida de si mesmo” Sêneca

6. Vícios: Outra maneira para desperdício de vida são os vícios, esses nos tiram a liberdade, o poder de decisão sobre o que queremos fazer com nossas vidas. Para esse ponto sugiro a leitura do artigo Para destruir nossa vida basta um vício do blog Insistimento.

Note que nenhuma das 6 maneiras acima são fatores externos (que outras pessoas colocam em sua vida) mas todos são internos (que você mesmo os coloca em sua vida). É dever seu combater essas formas de desperdício de vida.

 

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Proteja o seu tempo

“São econômicos na preservação de seu patrimônio [os seres humanos], mas desperdiçam o tempo” Sêneca

Se alguém tenta invadir sua casa, a reação imediata é tentar proteger a propriedade, mesmo que seja fugindo para procurar ajuda, mas permitimos que outras pessoas invadam nossa vida por meio do nosso tempo.

Nós pensamos várias vezes antes de dividir uma riqueza (isso quando dividimos) mas dividimos nossa vida ao deixar que outros controlem o nosso tempo.

Faça as contas: Quanto tempo foi tirado da sua vida para pagar dívidas? Quanto tempo dedicou em um relacionamento vazio? Por um cliente? Por brigas conjugais? Em trajetos? Por doenças que na sua maioria provocadas por nossa falta de cuidado? Por sofrimentos sem necessidade? Com conversas inúteis? Verá que temos muito menos tempo de vida do que anunciamos ao contar nossa idade.

Outras questões para refletir sobre o desperdício de tempo: Quantos objetivos você atingiu no dia? Quanto tempo no dia dedicou a você?

Vivemos como se fossemos viver para sempre, por isso sempre adiamos o que é realmente importante para nós e dedicamos tempo a coisas que “parecem mais urgentes”.

Pare agora e reflita sobre quanto tempo já se passou em sua vida. O tempo que dedicamos a alguém ou a alguma coisa pode ser nosso último dia.

Ouvirás a maioria dizendo: “Aos cinquenta anos me dedicarei ao ócio. Aos sessenta, ficarei livre de todos os meus encargos” Que certeza tens de que há uma vida tão longa? Sêneca

É uma tolice adiarmos as partes boas da vida, sendo que não temos nenhuma certeza que chegaremos a viver tanto.

A solução para essas questões é: Ter a consciência de que você é mortal, você vai morrer um dia. Você não tem o amanhã, somente o agora.

Esse post foi escrito com base na leitura da carta III do livro Sobre a brevidade da vida de Sêneca.

 

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